O <i>design</i></p> da cadeira de rodas infantil e o processo de exclusão/inclusão social: uma revisão integrativa da literatura
PDF (Português (Brasil))

Archivos suplementarios

Sem título (Português (Brasil))
Sem título (Português (Brasil))

Palabras clave

cadeira de rodas
deficiência infantil
inclusão social
lúdico

Cómo citar

Dalsin, C., Haubert, B., Sidegum Renner, J., & Schemes, C. (2019). O <i>design</i></p> da cadeira de rodas infantil e o processo de exclusão/inclusão social: uma revisão integrativa da literatura. Multitemas, 24(56), 59–80. https://doi.org/10.20435/multi.v24i56.1969

Resumen

Tendo em vista a contribuição do design no desenvolvimento das Tecnologias Assistivas (TAs), propõe-se neste artigo uma revisão integrativa da literatura. O objetivo geral é verificar na literatura brasileira os artigos que versam sobre processo de exclusão-inclusão social, cadeira de rodas, aspectos lúdicos e saúde dos usuários de cadeira de rodas infantil. Serão analisados artigos e produções científicas disponíveis no período de 2007 a 2017, na base de dados da CAPES, com as seguintes palavras chave: cadeira de rodas, crianças, aspectos lúdicos e inclusão social. Este levantamento permitiu a identificação de lacunas e o incentivo para novos estudos, tal como a pertinência em avançar em pesquisas minuciosas que venham a contemplar o público infantil no redesenho da cadeira de rodas, visando à inclusão social, considerando os parâmetros ergonômicos necessários para o reprojeto e dando destaque para os aspectos lúdicos da infância.


https://doi.org/10.20435/multi.v24i56.1969
PDF (Português (Brasil))

Citas

AMORIM, B. M. P. Uma contribuição crítica para o redesenho de cadeira de rodas adaptada para crianças e adolescentes com paralisia infantil. 2009. 180 p. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Centro de Tecnologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Natal, 2009.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR 9050:2004: Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Disponível em: https://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/sites/default/files/arquivos/%5Bfield_generico_imagens-filefield-description%5D_24.pdf. Acesso em: 20 fev. 2018.

BENTO, A. Como fazer uma revisão da literatura: considerações teóricas e práticas. Revista JA, ano VII, n. 65, p. 42-4, 2012. Disponível em: http://www3.uma.pt/bento/Repositorio/Revisaodaliteratura.pdf. Acesso em: 5 dez. 2017.

BERLESE, D. B.; BERLESE, D. B.; RENNER, J. S.; SANTOS, G. A.; SANFELICE, G. R. Aspectos sociais do corpo obeso. In: SANFELICE, G. R. (Org.). Qualidade de vida e inclusão social: aspectos relacionados à saúde. Saarbrücken, Germany: Novas Edições Acadêmicas, 2015.

BERSCH, R. Introdução à tecnologia assistiva. Porto Alegre, RS: CEDI – Centro Especializado em Desenvolvimento Infantil, 2009.

CAPES. Catálogo de teses e dissertações. 2016. Disponível em: http://catalogodeteses.capes.gov.br/catalogo-teses/#!/. Acesso em: 8 jan. 2018.

CÔRREA, V. M.; BOLETTI, R. R. Ergonomia: fundamentos e aplicações. Porto Alegre, RS: Bookman, 2015.

DAMÁSIO, A. O mistério da consciência: do corpo e das emoções do conhecimento de si. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.

DICIONÁRIO INFORMAL. Ludicidade. 2012. Disponível em: http://www.dicionarioinformal.com.br/ludicidade/. Acesso em: 13 mar. 2018.

FERREIRA, A. B. H. Aurélio: o dicionário de língua portuguesa. 2. ed. Curitiba, PR: Positivo, 2008.

GOFFMAN, E. Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. 4. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988.

GOMES FILHO, J. Ergonomia do objeto: sistema técnico de leitura ergonômica. São Paulo: Escrituras, 2003.

HIRIGOYEN, M. F. Mal-estar no trabalho: redefinindo o assédio moral. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2002.

IIDA, I.; GUIMARÃES, L. B. M. Ergonomia: projeto e produção. 3. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 2016.

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Censo demográfico 2010: características gerais da população, religião e pessoas com deficiência. Rio de Janeiro: IBGE, 2010.

INTERNATIONAL ERGONOMICS ASSOCIATION (IEA). Definition and domains of ergonomics. [s.d.]. Disponível em: http://www.iea.cc/whats/. Acesso em: 8 mar. 2018.

KROEMER, K. H. E.; GRANDJEAN, E. Manual de ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. 5. ed. Porto Alegre, RS: Bookman, 2005.

LARANJEIRA, F. O.; ALMEIDA, R. T. Utilização de órteses e meios auxiliares de locomoção no sistema único de saúde. In: OLIVEIRA, A. I. A.; LOURENÇO, M. Q.; LOURENÇO, M. G. F. (Org.). Perspectiva da Tecnologia Assistiva no Brasil: pesquisa e prática. Belém, PA: EDUEPA, 2008.

MARTINS, J. S. A sociedade vista do abismo: novos estudos sobre exclusão, pobreza e classes sociais. 3. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2008.

MASINI, E. F. S.; BECKER, E.; PINTO, E. B.; AMARAL, L. A. Deficiência: alternativas de intervenção. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1997.

MATTOS, L. M. Julgamento visual de cadeiras de rodas: contribuições para o design de produtos assistivos. 2017. 81 p. Dissertação (Mestrado em Design) - Faculdade Arquitetura, Artes e Comunicação, Universidade Estadual Paulista (UNESP), Bauru, SP, 2017.

MELLO, M. A. F. Tecnologia assistiva. In: GREVE, J. M. D.; AMATUZZI, M. M. Medicina de reabilitação aplicada à ortopedia e traumatologia. 1. ed. São Paulo: Roca, 1999.

MENDES, K. D. S.; SILVEIRA, R. C. C. P.; GALVÃO, C. M. Revisão integrativa: método de pesquisa para a incorporação de evidências na saúde e na enfermagem. Texto & Contexto – Enfermagem, Florianópolis, SC, v. 17, n. 4, p. 758-64, out./dez. 2008. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-07072008000400018. Acesso em: 5 dez. 2017.

MINAYO, M. C.; HARTZ, Z. M. A.; BUSS, P. M. Qualidade de vida e saúde: um debate necessário. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 5, n. 1, p. 7-18, 2000. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-81232000000100002&lng=en&nrm=iso&tlng=pt. Acesso em: 7 dez. 2017.

MONT’ALVÃO, C.; DAMAZIO, V. Design, ergonomia, emoção. 3. ed. Rio de Janeiro: Mauad, 2012.

NORMAN, D. A. Design emocional: por que adoramos (ou detestamos) os objetos do dia-a-dia. Rio de Janeiro: Rocco, 2008.

OLIVEIRA, L. M. B. Cartilha do Censo 2010: pessoas com deficiência. Brasília: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SNPD), Coordenação-Geral do Sistema de Informações sobre a Pessoa com Deficiência, 2012.

RUSSO, B.; HEKKERT, P. Sobre amar um produto: os princípios fundamentais. In: MONT’ALVAO, C.; DAMAZIO, V. (Org.). Design, ergonomia e emoção. Rio de Janeiro: FAPERJ/Mauad X, 2008.

SASSAKI, R. K. Inclusão: construindo uma sociedade para todos. 8. ed. Rio de Janeiro: WVA, 2010.

SCHMITT, N. L. Tecnologias assistivas no cotidiano da criança com deficiência física: potencialidades e inclusão social. 2010. 106 f. Dissertação (Mestrado em Inclusão Social e Acessibilidade) – Universidade Feevale, Novo Hamburgo, RS, 2010.

SENNA, C. E. Tecnologia assistiva nas classes comuns do ensino regular: contribuições no design de sistemas de mobilidade infantil para auxílio nas interações sociais. 2012. 127 f. Dissertação (Mestrado em Design) – Escola de Engenharia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, 2012.

SILVA, A. B. B. Bullying: mentes perigosas nas escolas. Rio de Janeiro: Fontanar, 2010.

SILVA, G. F.; CARAMASCHI, S.; VALLE, T. G. M. Características físicas das vítimas de bullying. In: SEMANA DE PSICOLOGIA UNESP/BAURU-SP, 21., e CONGRESSO DE PSICOLOGIA UNESP/BAURU-SP, 8.: RELAÇÕES DE PODER E A PSICOLOGIA COMO INSTRUMENTO DE TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Anais [...]. Bauru, SP: Universidade Estadual Paulista (UNESP), 2014.

Os artigos publicados na Revista Multitemas têm acesso aberto (Open Access) sob a licença Creative Commons Attribution, que permite uso, distribuição e reprodução em qualquer meio, sem restrições desde que o trabalho original seja corretamente citado.

Direitos Autorais para artigos publicados nesta revista são do autor, com direitos de primeira publicação para a revista. Em virtude de aparecerem nesta revista de acesso público, os artigos são de uso gratuito, com atribuições próprias, em aplicações educacionais e não-comerciais.