Análise da citotoxicidade e genotoxicidade de Hibiscus sabdariffa L. in natura e industrializado, e comparação da toxicidade entre as formas analisadas da planta.

Michele Vieira da Silva Lima, Clarice de Morais Guedes, Maria Carolina de Abreu, Ana Paula Peron

Resumo


A flores de Hibiscus sabdariffa, o popular hibisco, são amplamente utilizadas para a prevenção e tratamento de diversas enfermidades. Comercialmente, tais flores são encontradas na forma in natura, onde são recomendadas para uso na forma de chá; e na forma industrializada, encontrada como produto farmacêutico acrescidos de aditivos excipientes. Objetivou-se na presente pesquisa avaliar em células meristemáticas de raízes de Allium cepa, nos tempos de exposição 24 e 48 horas, o potencial citotóxico e genotóxico de flores de hibisco em chá, nas concentrações 0,10; 0,20 e 0,40 mg/ml; e industrializadas, provenientes de dois diferentes laboratórios farmacêuticos, denominados neste estudo de A e B, nas concentrações 0,15; 0,30 e 0,60 mg/mL. A partir dos resultados obtidos, verificou-se que as três concentrações de chá de hibisco não foram citotóxicas e nem genotóxicas as células meristemáticas de raízes de A. cepa. No entanto, as três concentrações de hibisco referentes ao produto LF B, bem como as três concentrações do produto LF A, foram citotóxicas e genotóxicas, respectivamente, aos meristemas de raízes. Portanto, nas condições de estudos estabelecidas, verificou-se diferença de toxicidade celular entre os hibiscos in natura e os hibiscos industrializados.


Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.20435/multi.v23i55.1838

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


 

ISSN online: 2447-9276
ISSN impresso: 1414-512X (até o número especial, set. 2015)